Leão X Caçador. O que passa pela cabeça do babaca?
Dia bonito, ensolarado, perfeito. Por que essas pessoas não estão numa praia dando uns mergulhos, velejando, construindo castelos de areia, chupando picolé ao invés de estarem vestidas de Indiana Jones, andando quilômetros, suando feito porcas, para atirar em pobres (nem tão indefesos) leões? Por quê? Por quê?! Eles, por acaso, vão perturbar as pessoas dentro de casa? Metem as patas na porta e rosnam: “queridos, cheguei!”? Só se for a dupla diabólica de “a Sombra e a Escuridão”. Faça-me o favor! Num caso de caçada, sou a favor do leão jantar todo mundo.
Imagine o cara em questão neste vídeo. Aposto que o filme da vida dele virou um curta que começou na hora que o Rei deu o pique até o desfecho da aventura. Na verdade, deve ter pensado algo do tipo:
“Porra! Acertei! Acertei o bicho! Eu sou foda! Ihhh, caiu! Ha-Ha! Quem é o rei agora, heim? Chupa, molengão! Tarzan perde! Ha-Ha-Opa, opa!... que merda é essa? O leão tá... o leão tá levantando? Não pode ser. Ele tá... o bicho tá de pé. Ele tá olhando pra cá! Ai meu Deus! Ele tá vindo? Fudeu! Ele tá vindo pra cá!!! Atiraaa! Atira! Atira no FDP! Ele tá correndo muito! Caraaaaalhooooo!!! Bem que minha mulher falou pra gente passar as férias na praia! Deve ser praga daquela maldita! Fudeu! Atira! Ai meu Deus! Ninguém acerta? Tá todo mundo com olho no cu! Ele tá vindo pra cima de mim! Com mais 4 pessoas aqui, e o desgraçado me escolhe! Sou mesmo azarado! Vai, pega a baranga! Ela tá mais na frente! Pega a desgraçada! Ai meu Deus! Ele é maior do que pensava! Vou morrer! O que eu tô fazendo aqui nesse fim de mundo? Alguém acerta esse FDP! Acerta ele! PQP! Ai meu Deus! Vou morrer! Vou morrer! Morri! Morri! Não morri? Não acredito! Meu braço tá aqui!? Graças a Deus! Graças a Deus! Leão dos infernos! Vai se fuder! Atira, isso! Bota o FDP pra correr! Uhuuuu! Eu sou foda! Que sortudo! Eu sou foda! Quem é o rei agora, heim? Só um arranhàozinho! Chupa, molegão! Vai virar tapete! Bora, gente! Vamos atrás de outro! Adoro a adrenalina das caçadas!”
Ps. Desculpem se mostrei todo o meu lado estivador neste texto, mas não consigo imaginar o cara pensando outra coisa.
Acho complicado fazer um balanço de final de ano. Conversei com várias pessoas, li alguns blogs e o resultado foi bem variado. Depois me peguei pensando: o que faz um ano ser O ano? Ou melhor, o que faz um ano ser positivo? A conquista de uma casa? A compra ou troca do carro? Um amor? Um casamento? Uma paixão? A viagem dos sonhos? Perder peso? Fazer lipo e colocar silicone? Ter um puta aumento? Um filho planejado? Conseguir o emprego dos sonhos? Continuar no emprego dos sonhos? Ganhar na mega-sena? Estar com a saúde em dia? Ter as pessoas que ama ao seu lado? Qual a prioridade?
E o que faria um ano ser desastroso? Será que um fato muito doloroso invalida todos os acontecimentos ótimos e promissores? No final das contas, até que ponto a gente se apega mais aos problemas, em vez de valorizar as bênçãos? Acabei pensando nisso por um bom tempo depois de comemorar, muito feliz, a virada de ano. Fiquei surpresa ao me pegar lamentando por não ter conseguido alcançar alguns desejos, mas logo dei um chega pra lá no chororô.
Pô, 2009 teve um saldo muito positivo e nem as poucas perdas diminuíram o meu lucro. Eu amo viajar e passei um carnaval divertidíssimo em Olinda, conheci Recife, algumas praias do nordeste, Rio de Janeiro e Paraty. E antes de estourar a champa, já estava fazendo novos planos para as férias e os próximos dias de folia, que estão bem próximo (só conto depois), em lugares que sempre quis visitar. Troquei de carro sem precisar fazer dívidas. Pintei minha casa por fora. Entrei e saí da academia 3 vezes, mas agora tô firme e forte (ok, já disse isso antes, mas agora é para valer). Comecei a fazer inglês, e estou amando. Resolvi uns problemas familiares. Continuo na agência que adoro trabalhar. Tenho meus amigos das antigas que sempre me deixam renovada. Ganhei 2 novos amigos que pretendo ter para sempre. Estive saudável. E o grande e principal motivo: ter perto de mim mamãe, vovó e titia, felizes, unidas e com saúde para dar e vender. Claro que estaria melhor ainda se fosse uma das ganhadoras da Mega da Virada. Feliz Ano Novo!
Feliz Natal!
Achei um site sensacional da DM9, onde você pode montar uma mensagem de Natal e mandar para os amigos. Achei a ideia muito legal, personalizei a minha e enviei para os mais queridos. O resultado está aqui. Divirta-se. Ah, e um Natal maravilhoso para você e a todos que ama.
O Tio da Guarita
Desde que vim trabalhar aqui, observava o senhorzinho da guarita. Baixinho, moreno claro, gordinho, corcundinha e os poucos cabelos que lhe restam são brancos. Apesar da cara de enfezado, eu logo simpatizei com ele. Nossa relação começou quando passei a buzinar toda vez que o via. Eu fazia Bi-Bi e ele acenava. Até que um belo dia, quando estava indo embora com o Luan e o Rafa, passei por ele no caminho. Ele também estava partindo. Não pensei 2 vezes. Parei o carro e ofereci:
- Carona?
- Se dasse, nóis vai, né? – respondeu ele com uma voz engraçada, coisa de desenho animado. Apaixonei.
Desde então, ele passou a descer comigo e a me chamar de Donana. Dia desses ele me deu umas mangas que tinha recolhido no chão. Sabia que essa relação ia me render bons frutos.
Papo entre marcianos

Os homens são realmente criaturas do outro mundo. Passo a maior parte do meu dia cercado por 3 espécimes fascinantes (ok, nem sempre são assim. Muitas vezes despertam meu lado Jack, O Estripador). 6ª feira, depois de dar um chilique porque eles transformaram a sala numa bateria de escola de samba, eu acabei gargalhando ao escutar, aturdida, a seguinte conversa:
T: Sabe, eu queria ter conversando mais com o meu pai antes dele morrer...
Antes que eu começasse a ficar deprimida diante da confissão, o B. soltou a seguinte frase num tom completamente desprovido de paciência:
- Porra, T, vai se fuder. Não vem com essa lamentação agora, não heim! Que fase!
Todo mundo relaxou e a paz voltou a reinar na criação. Às vezes é uma delícia sair de Vênus e ficar entre os marcianos.
Troller: não poderiam fazer propaganda melhor.
Se eu tivesse um assim, não precisaria esperar um certo Moisés aparecer aquele dia.
Neymara Carvalho, Bodyboarder: a única mulher a conquistar 5 títulos mundiais em um esporte individual.

Não tem para as cearenses, cariocas, espanholas, hawaianas, taitianas, ninguém. A pentacampeã de bodyboarding é capixaba, da Barra do Jucu. Com 33 anos, casada, mãe de Luna, raçuda, talentosa, campeã em 2003, 2004, 2007 e 2008, Neymara acaba de conquistar mais um Circuito Mundial, deixando para trás as tetracampeãs mundiais Glenda Kozlowski e Sthephani Petersen. A proeza aconteceu nas Ilhas Canárias, Espanha, e trouxe muito orgulho para nós, da terrinha. É isso aí, garota!
Brincadeira de criança, como é bom, como é bom!

Esse final de semana fez um calor terrível. Os dias estavam lindos, azuis, sem uma nuvem para ofuscar o sol por segundos que fossem, e quase não ventava. E eu, ao invés de correr para a praia, não fui. Passei longe do mar e da piscina que adoro ir. Não me pergunte o motivo que não sei dizer. Simplesmente estava sem vontade. Aí ontem, depois de assistir O Iluminado e suando bicas, lembrei dos longos banhos de mangueira que tomava quando era criança, enquanto a empregada lavava o quintal. Uma delícia. Me peguei relembrando aquela época, relembrando quando eu não me importava com o ridículo de fazer guerra de água nos dias de calor, ou quando transformava o sabão que Dona Antônia jogava no chão em patins, e saía deslizando de um canto ao outro no quintal. Quando dei por mim, já estava na porta munida de balde, detergente, pano, toalha e rodo. Vovó não entendeu nada e perguntou aonde eu estava indo:
- Vou lavar o carro!
- O que deu em você?
- Calor, vó!
- Também estou com calor!
Foi sensacional. Parece coisa de gente louca, mas nos divertimos muito lavando o carro, conversando, rindo, molhando as pernas uma da outra, enfim, sendo bobocas. Quase uma hora depois, subimos, totalmente revigoradas e refrescadas. Só lamentamos o fato de não termos um muro, ou teria rolado fácil um chuveirinho cafona e ridículo na mangueira. Pensando bem, melhor não. A essa altura ia pagar de Garota da Camiseta Molhada. Mais do que lavar o carro, demos um banho na alma.
Uma vez Flamengo! Sempre Flamengo!
O nome dele é Kiko, tem quase 10 anos e é um siamês lindo de viver. Apesar de ser meio arisco, é conhecido e adorado por toda a vizinhança. E foi esse carinho todo que salvou a vida dele.
Um belo sábado à noite, a vizinha telefonou falando que achava que o Kiko estava preso num bequinho em cima do telhado dela. Eu agradeci, mas não dei muita atenção. Afinal, ele é um gato. Todo gato que se preze sobe em telhados. Se subiu, ia descer. No domingo, quando eu acordei perto da hora do almoço, não tinha nem sinal do bicho. Comecei a ficar preocupada e liguei pra vizinha. Ela disse que estava me telefonando há um tempão e ninguém atendia. Explicou que ele tinha ficado calado durante a noite, mas que estava miando horrores naquele momento. Eu e mamãe saímos correndo e quando ele reconheceu as vozes fez um escândalo ainda maior. Ela explicou que um de seus filhos chegou a subir para ajudar, o que foi pior porque Kiko se assustou e acabou entrando ainda mais no tal bequinho. E agora? O que eu ia fazer? No desespero liguei para os bombeiros. Ridículo, mas liguei. A previsão era de 5 horas. 5 horas!? Com o calor que fazia, ele ia virar churrasquinho de gato.
O miado era uma súplica, de tão desesperado que ele estava. Meu coração apertou. Decidi subir. Mamãe ficou apavorada com a idéia porque meu medo de altura nunca me deixou subir nem em árvores, quanto mais num telhado. Graças a Deus era o telhado (colonial) da garagem, não era tão alto. Em compensação, ao invés do carro, tinha renca de espetos e apetrechos usados para fazer churrasco. Tudo muito pontiagudo. Animador. Se despencar, morrerei empalada, pensei. Imaginei o que um ator de filme de ação faria ali. Louca, né, mas imaginei exatamente isso. Fui para baixo dele e me toquei que as telhas se apoiavam na madeira e eu ia ter que me apoiar entre o começo de uma e o final da outra. Botei uma escada e demorei um século para passar para o telhado. Tremia mais do que vara verde. Quando finalmente consegui, resolvi que seria mais prudente ir engatinhando. Imagine a cena: eu, de 4, na porcaria do telhado pré-histórico carregando um pouco de água e ração para atiçar a força de vontade do gato desentalar. Com muito sacrifício e ralada, cheguei ao tal bequinho. E era inho mesmo. Não sei o que deu na cabeça do imbecil se espremer ali. A vontade era de largar ele lá e ir pra casa. Pelo jeito eu não tinha um gato, eu tinha um burro. Para conseguir sair, ele ia precisar voltar de ré, e não retorcer o corpo, como estava fazendo. Quando ele me viu, só faltou gritar “help help”. A raiva passou e eu voltei a ficar angustiada. Eu chamava, pedia para ele voltar, jogava um pouco da ração e nada. Depois de uns 15 minutos, ele finalmente entendeu o que tinha que fazer, o problema é que tinha um pedaço com muito cimento grosso na parede e ele não conseguia mais passar depois daquele ponto. Aí ficou paradinho, cansado, nem miava mais. E eu aos prantos, chamando sem parar, me perguntando como aquela criatura conseguiu passar ali antes? Foi quando avisei um pedação de cano velho. Cheguei a ver uma lâmpada acendendo em cima da minha cabeça. Engatinhei até o canão, peguei e consegui quebrar um pouco do chapiscado. Kiko ficou todo assustado, mas não tinha forças para fazer mais nada. Uma eternidade se passou quando consegui alargar um pouco do beco. E não é que deu certo? Nem Lara Croft teria feito melhor. Mas foi difícil ele se animar a fazer outra tentativa. Acho que estava tomando fôlego porque abaixou as patinhas da frente, botou o rabo pro alto, deu impulso enorme e voltou de uma vez só. Eu agarrei tão forte que ele deve ter me achado parecida com a Felícia. Quando ele saiu, o povo gritou comemorando. Que povo? Obviamente juntou uma galera para ver a cena constrangedora. Mas o que me deixou danada da vida foi perceber uma máquina digital na mão de uma moça desconhecida. A vaca deve ter registrado tudo. Se você abrir o youtube, ou um site com o título resgate no telhado, algo parecido, tem uma grande chance de ver minha cara apavorada e chorosa. Se essa lástima acontecer, por favor, não me conte. A ignorância é uma benção.
Filme sobre a Bruna Surfistinha? Por quê?
Bruna Surfistinha ajuda em alguma grande causa social? Virou médica, ou uma bem-sucedida profissional que não tenha ligação com sexo? Escreveu roteiros interessantes como a Brooke Busey (Diablo Cody,de Juno)? Não. Se tivesse seriam 2 extremos e poderia ser uma trajetória de vida interessante. Mas ela nem passa perto disso. Então por que alguém faria um filme sobre a vida dela? A tal Surfistinha só é a ex-prostitura que mantinha um diário virtual, muito do mal escrito, sobre os programas que fazia. Só. Ponto. Ah, não, esqueci. A Surfistinha também é a pessoa que teve a sorte de ganhar pais de coração quando não teve a mãe de sangue. Ela foi adotada, uma das maiores demonstrações de amor pelo próximo, por uma família que também oferecia do bom e do melhor, como ótimos colégios. Mas ainda assim, ficou revoltadinha, abusou das drogas, roubou quem a acolheu, caiu na vida e virou puta. Afinal de contas, os pais eram rígidos e botavam limites e regras, o que falta às crianças e adolescentes de hoje. Essa é Raquel Pacheco, a tal Bruna. E ela não faz mais nada do que continuar ganhando dinheiro as custas dos programas que fazia. A diferença é que os novos financiadores da boa vida dessa mulher agora são os leitores dos livros que ela lançou. Sei que a maioria comprou (e compra) para pegar dicas sobre sexo, mas francamente, dicas sobre sexo você encontra na internet, revistas e conversando com amigas. Agora, para completar, tem um filme sobre a vida dela estrelado pela Débora Secco, que falou de boca cheia no Fantástico do último domingo que é um pouco da Raquel Pacheco também. Ou seja, é um pouco da garota de programa que só fez lambança nos últimos anos. Isso é bonito? Eu não li nenhum dos livros, só entrei no blog UMA vez há séculos para saber quem era a fulana, mas são os atos que definem as pessoas. Entendo o drama de mulheres que passam fome e acabam se prostituindo para sustentar os filhos, por exemplo. Mas uma garota que teve uma vida regada a oportunidades, roubar os pais e fazer programas para ter um bom padrão de vida? Nem tem a desculpa que era para pagar a faculdade. Para mim é caráter zero. Que belo exemplo para as meninas mais novas “Se deu certo com ela, por que não dará certo comigo?”. Vou reformular a pergunta que fiz logo no começo. Ao invés de “Por que alguém faria um filme sobre a vida dela?”, questiono: “Por que alguém veria um filme sobre a vida dela?”. O único filme que poderiam produzir sobre a Surfistinha seria um pornô, que ela também já fez. Moça de família, né? O problema é que família até cachorro tem. Do meu suado dinheiro ela não verá um tostão. Não vou ajudar a engordar a conta dela. Ela que arrume um emprego, ou volte a fazer programas.
Final de semana de 3 dias
Este post está atrasado 1 semana porque ainda dependo da caridade alheia para escrever fora da agência. Meu PC continua quebrado e meus amigos (Rafa e Tony) do trabalho se compadecem da minha pessoa e me emprestam os notes. Hoje estou com um fofo, tão pequeno que poderia ter sido usado pelo Frodo.Queria ter postado logo na 3ª feira, pós-feriado para falar exatamente sobre feriados. Toda vez que tenho uma folga na 6ª ou 2ª feira, ou seja, toda vez que tenho um final de semana de 3 dias, eu fico ainda mais convicta de que nosso calendário deveria ser mudado. Bem que poderíamos ter uma semana de 8 dias, com 5 dias levando chibatadas e 3 lindos, deliciosos e perfeitos dias de pernas para o ar. Já pensou? Mais dias para acordar tardão, para sair de um cinema e entrar em outro, mais tempo para ler um livro esparramada no sofá comendo brigadeiro de colher. Com 72 horas livres, daria para viajar mais, escrever mais, namorar mais, encontrar mais amigos, pegar mais frelas. Os pais poderiam ficar mais com os filhos e os cursos de final de semana seriam mais proveitosos.
Se por acaso precisar trabalhar no sábado, tudo bem, ainda restariam 2 dias coçando. Os feriados poderiam até ser abolidos, com exceção do carnaval, Natal e reveillòn, claro. E o melhor, com os meses regulando em 35, 36 dias, o ano passaria a ter uns 413 dias (é isso mesmo?) e demoraríamos mais a fazer aniversário novamente. Seria o paraíso.
“Por que você fez essa tatuagem?”
Anos depois, mais precisamente neste carnaval em Olinda, conhecemos a SIM, uma chinesa muito pra-frente no albergue. Papo vai, papo vem, F. resolveu mostrar a tatuagem pra ela, querendo confirmar um comentário de um amigo que estava aprendendo a língua. Quando SIM viu a tatto, botou as pontas do dedo na boca, riu e falou: “Husband! Husband!” Quem viu a cena disse que a F. mudou de cor 3 vezes, enquanto o povo rolava de rir. Claro que eu também dei muitas gargalhadas quando ouvi a história. E F. desesperada, falando que ia pedir para o Francis desenhar alguma coisa pra cobrir. Eu dei uma sugestão, mas ela não gostou muito.
- F. já que está escrito marido (ou companheiro, algo do gênero), por que você não aproveita e tatua PROCURA-SE em cima?
Esse assunto surgiu de novo no aniversário de amigo Carlos, sábado, no Ceará da Mata da Praia. Pela 8938493º ela pediu para o Francis fazer a nova tatto. Ele pegou uma caneta e desenhou na hora. O resultado de algumas, de várias, batidinhas pode ser visto na criatividade.
Acho que dá próxima vez que a minha amiga quiser fazer alguma graça com o F., ela vai pendurar um pingente de letra no colar.
Rapidinhas
DistraídaOntem, no IBEUV, me senti na 4a. série. Cheguei mais cedo na biblioteca para fazer o dever de casa (que eu não tinha feito) e depois que acabei, fiquei distraída por lá, escolhendo 1 DVD para o final de semana e conversando com minha classmate. De repente, olhei para o lado e dei de cara com a teacher:
- Gente, vamos embora. Só estamos esperando vocês!
Olhei surpresa para o relógio e vi que já estava atrasada 10 minutos. Me distraí tanto que nem ouvi a “sineta” tocar. E olha que ela é mais escandalosa do que um bando de adolescentes juntos. A teacher acabou indo nos buscar no laço.
Inimigos
Por falar em teacher, vou fazer um desejo:
Que todos os meus desafetos reencarnem como professores de inglês. Ou melhor, de madarim, que deve ser o cão de difícil.
4a. feira é dia de ir ao Convento. Ou melhor, era dia… :o(
Os horários da agência mudaram e o almoço foi reduzido para 1 hora. Apesar do morro do Convento ficar, praticamente, ao lado do Moreno, eu precisaria de um teleférico para almoçar, sair, rezar e voltar em tão pouco tempo. Nessas horas bem que eu gostaria de aguentar ficar sem comer por muito tempo sem ter um treco por causa da hipoglicemia.
O curioso é que depois que eu parei de ir ao Convento, algumas coisas andaram acontecendo por aqui. Primeiro o notebook do Sergio pifou. Depois foi o PC da Mila. Depois foi a vez do PC pessoal do Tony, seguidos pelo meu de casa e o meu PC da agência. Aí, como eu virei uma sem-computador, me colocaram para trabalhar no Mac. Alguns dias depois, o bicho teve um piripaque e parou de funcionar também. Um Mac, heim! Depois foi a vez do PC caseiro do Luan se juntar à greve. Eu já avisei que a Santa ficou magoada, mas ninguém me leva a sério. Depois não reclamem.
Lingua Maldita
Ontem estava conversando com amigo Carlos sobre as nossas férias antes e depois do carnaval:
- Eu preciso comprar um chapéu porque o meu está medonho.
- Comprei um chapéu lindo na Diferolla pra uma amiga.
- É? Quantos dinheiros?
- Uns 37. Bem bonito, abas enormes.
- Ahhh... agora eu posso usar chapéu com abas gigantescas.
- Por que só agora?
- Porque antes dos peitos e mais magra, quando botava um chapéu de abonas, eu ficava parecendo um orelhão.
- Ai, que horror, Hanna! – disse ele, dando uma gargalhada.
- Tá vendo, se eu esculhambo comigo mesma, bem posso esculachar com os outros também.
- É verdade.
E assim eu posso dormir em paz.
A Onda
O filme – alemão e inspirado na história real do professor Ron Jones, criador da 3ª Onda nos EUA – começa como uma marolinha e, no final, se torna uma tsunami.
Hermanoteu na Terra de Godah
Os Melhores do Mundo entraram na minha vida através do Joseph Climber. E como a vida é uma caixinha de surpresa, ver os caras ao vivo foi muito, muito, muito melhor do que eu imaginava. E o grupo ainda disso que o nome “Os Melhores do Mundo” foi apenas uma brincadeira, uma ironia. Hermanoteu, querido meu, filho de Holonéia, irmão de Micalatéia, ainda bem que a caminho de Godah, você passou por Vitória.
“Eu vou atrás do caminhão..”, ou melhor, meu Alter Ego vai.
Meus finais de semana tem sido bem tranqüilos. Na verdade eu ando muito caseira, só indo ao cinema, teatro (hoje vou ver Os Melhores do Mundo) e barzinhos. Tudo bem light. Por isso que amanhã, no Espírito Elétrico, quem vai atrás do Trio é a Hanna, como diz amigo Carlos. Ou a Christina, como falam os meus amigos da agência. A Anna está isenta de qualquer responsabilidade.
Jibóia come passarinho na agência (sem duplo sentido, por favor).
A primeira vez que eu botei meus pezinhos 34 na agência e vi um monte de verde cercando a casa, falei: este lugar deve estar cheio de cobras! E toda hora que eu passava pelo jardim, era um tormento. Ficava imaginando alguma nessas nojentas rastejantes entocadas me esperando. No 3º mês, assim que subi o 1º lance de escadas, a Érika berrou lá de cima: Anna, corre que tem cobra no jardim! Fiquei tão apavorada que nem Usain Bolt conseguiria me acompanhar. Nesse dia, apareceu uma cobra espevitada marrom na churrasqueira e os meninos espantaram a bicha, que ficou saracotiando pela área, ao invés de tomar o caminho da rua.
Depois disso, soube da existência de uma grande jibóia nas redondezas. Todo mundo da agência já tinha visto, menos eu. Até que um belo dia, eu vinha da manicure cantarolando e olhando distraidamente a paisagem quando a vi esticada a uns 3 metros do carro. Por pouco não passei por cima. Parei o carro, toda assustada. Ela parou também, virou a cabeça e mostrou a língua pra mim. Lembrei do que vivia dizendo: “Se eu encontrar essa jibóia pela frente, eu atropelo”. Fiquei tentada a passar por cima, mas pensei bem e desisti. Pô, ela é moradora antiga, não é venenosa e nem é de atacar as pessoas. Achei a maior sacanagem matar. Desliguei o carro e esperei a folgada acabar a travessia. Ela é bem lerda e muito, muito grande. Deve ter uns 1.75, no mínimo. Quando ela, finalmente, passou para o outro lado, eu segui em frente morrendo de raiva por ter esquecido de trazer a máquina para tirar uma foto dela.
De outra vez, eu vi um desses seres espatifado aqui perto do portão. Já morreu tarde. No outro dia me contaram que o Tony, o espírito de porco do lugar e irmão do coração, pensou em pegar o cadáver e colocar no retrovisor do meu carro. Nem gosto de imaginar a situação. Seriam 2 mortos porque eu faria picadinho dele no outro dia.
Aí fiquei um tempão sem notícias de bichos rastejantes por aqui, até que sexta-feira, um dos funcionários veio todo afobado falando que tinha uma jibóia engolindo um passarinho perto da cerca. Claro que todo mundo da agência desceu para ver. No começo, não consegui enxergar a cobra. Tive que chegar mais perto e só aí percebi que ela era ela, e não um tronco. É muito igual. Apesar de pequena, ela agarrou o pássaro, que devia ser maior do que uma rolinha. Só vi as pernas dele esticadinhas, tadinho. Foi me dando uma agonia e acabei me afastando, mas acompanhando de longe o desenrolar, ou enrolar, da história. Em poucos minutos o pobrezinho estava na pança dela. E dava para ver que ele estava lá. Eca! Comentamos que ela ia ficar sossegada por uns 2 dias, fazendo a digestão. 1 hora depois, ela estava mais próxima da piscina. Sugeri que alguém a empurrasse da árvore pra ela dormir o mais longe possível daqui. Ninguém se prontificou. Mais uma hora se passou quando eu fui mostrá-la ao Luan, nosso estagiário, que tinha acabado de chegar. Olhamos, olhamos e nada dela. Quando avistei novamente, ela estava no lugar de antes, enroscada em outro passarinho. 2 pássaros em 3 horas! Uma cobrinha de uns 50 cm! Uma jibóia bebê. Acho que ela é igual a mim, hiperglicêmica e precisa comer de 3 em 3 horas. Depois ficamos pensando “que passarinhos burros”. Não a viram se aproximar? Acho que ela fica paradinha, bem sonsa e os bestas pousam nela achando que faz parte do galho. Nessa hora ela pimba, dá o aperto.
Eu tô meio preocupada com isso. Pelo jeito ela achou um ótimo lugar para se alimentar e não deve sair dali tão cedo. Os meninos falaram: “mas ela é pequena!”. E eu respondi: “mas ela vai crescer! Ainda mais comendo nesse ritmo. Daqui a pouco tempo é capaz de termos uma anaconda pelo jardim.” Meda!
Ps. Sei que é meio tosco mostrar a deglutição, mas não me contive. rs
Escada rolante X Escada divertida
“Diante de uma escada rolante e a outra convencional, qual você optaria para chegar ao seu destino?
Obviamente quanto menos esforço melhor e, por isso, a grande maioria das pessoas optaria pela escada rolante. Mas se sabemos que subir escadas pode ser um ótimo exercício capaz de melhorar nossa saúde, como mudar o comportamento das pessoas para que optem pela escada convencional?
Simples: Faça com que isso se torne divertido para elas.
Veja o que rolou em Estocolmo, numa iniciativa batizada de “Teoria do Divertimento”.”
Ps. Quando eu crescer, quero ser uma criativa assim (e ter um cliente assim também, claro).
Voluntários salvam mulher em enxurrada
Ontem fiquei aflita, com os olhos cheios d’água, vendo essa cena no Jornal Nacional. É fantástico como existem pessoas que arriscam a própria vida para salvar um desconhecido. Eu sei o que move gente assim: o amor. O amor pela vida, independente de quem seja, independente do que possa oferecer em troca. É reconfortante que no meio de tanta violência, com gente resolvendo brigas de trânsito no tiro e trocando murros desde pequenos nas salas de aula, ainda há seres humanos capazes de uma atitude tão nobre, tão corajosa, tão humana.
A um passo da traição
Um almoço. Um jantar. Uma conversa no MSN. Um scrap. Um torpedo. Um e-mail. Um telefonema. Um abraço mais apertado. Um papo que se estende. Um olhar mais demorado. Um convite. Uma troca de cartões. Um presentinho. Um drink. Uma carona. Um café no corredor. Uma confidência. Uma atenção. Um comentário. Uma dança. Uma gentileza. Um toque. Um passeio. Uma bobagem.As pessoas sabem muito bem quando o próximo passo vai abrir caminho para a traição acontecer. Sabem exatamente quando vão ultrapassar a fronteira. Numa relação oficial eu sou fiel e corro das tentações. E descobri há muito tempo que meus sentimentos não sobrevivem a uma infidelidade.
E como uma boa leonina que sou, vou fazer um antigo brinde a esse assunto.
“Brindemos a nós dois, ao amor e ao riso, à confiança e à lealdade. Serei fiel enquanto você for. Nem um segundo depois."
Depilação de virilha – estética, ciência ou tortura?
Toda mulher sabe como dói depilar a virilha. E quando a depiladora não tem A pegada, a tortura fica mil vezes pior porque, além da dor, ainda tem aquela ansiedade se o negócio vai ficar direito. Porque não basta espalhar a cera e “xulapt”, como os homens devem pensar. Se fosse só isso, ótimo. Mas não. Depilar a virilha é, praticamente, uma ciência. A cera tem que estar na temperatura ideal. Se estiver mais fria, ela não espalha direito e você sente cada cabelinho sendo (imagine) grudado, arrastado e puxado na marra. Se estiver mais quente, além retirar os malditos pêlos, você corre o risco de ser escalpelada. Depois vem o lado que a cera será espalhada. O certo é no sentido do crescimento para o outro e, na hora de tirar, tem que puxar ao contrário. Se a depiladora trocar as bolas, os pêlos partem ao meio e ficam tão no cotoco que a perereca vai parecer um ouriço. E não há pinça que dê jeito. Mas pode ser pior. Caso os malditos saiam rente à pele, mas sem a raiz, acenda uma vela à Nossa Senhora dos Pêlos Encravados e reze para que suas partes baixas não fiquem a cara de um adolescente cheio de espinhas. Depois desses 2 passos, o terceiro é o mais temido. É a hora da verdade. A hora de puxar a cera. A hora que separa a boa profissional, da profissional que vai te ferrar. Algumas torturadoras colam um papel especial e xulapt. Rápida e rasteira. A dor vem de uma só vez. Outras, as mais carniceiras, dão a famigerada puxadinha na ponta da cera endurecida para ter aonde pegar e dar o xulapt. Imagina você, numa posição quase ginecológica, e uma infeliz descolando a cera embolada nos pêlos com a ponta do dedo, usando pequeninos cutucões. Você vai sentir todos os cabelinhos saindo, um por um, antes de todo o resto ir junto. Não é bonito, não. Infelizmente, nem sempre a cera e, consequentemente, as penugens saem da pele sem lutar. Às vezes eles se embolam tanto uns nos outros, agarrados, atracados, que são necessárias várias outras aplicações da cera no mesmo lugar. Corre o risco do negócio ir amontoando, amontoando e virar uma colméia. Depois da faxina, é a hora de definir o layout. O bom mesmo seria pegar uma régua, marcar 2 pra lá, 2 pra cá, tudo direitinho, mas não. A maioria teima em fazer de olho, o que significa alguns milímetros mais pra lá, ou mais pra cá. Milímetros para as sortudas, claro. Graças a Deus, depois de passar por tudo de errado que descrevi acima, eu consegui achar uma depiladora porreta. A mulher é uma desbravadora. Nunca senti tantos xulapts na vida. E quanto menos pêlos ficam, mais dolorido é. Não sei por que, mas sempre consigo entender melhor a Claudia Ohana nesses momentos.Freddy Krueger – A Hora do Pesadelo (nova versão)
Eu não gosto de filmes de terror. Mas terror no sentindo de ter espíritos, o Coisa Ruim, essas coisas sobrenaturais. De resto nunca perdi o sono por causa do Jason e cia. A única excessão foi o Freddy Krueger. Eu quase morria de pavor depois de ver os (primeiros) filmes dele. Acho que Wes Craven, o cineasta, teve uma grande sacada ao criar o assassino de crianças que é morto e volta a atacar enquanto as pessoas dormem. Afinal, quem nunca acordou ofegante, aliviado por despertar depois de passar um baita sufoco durante um pesadelo daqueles bem reais? A idéia é ótima. Todo mundo precisa dormir e isso deixava os mocinhos (e eu) desesperados porque não tinham como evitar o encontro por muito tempo. E os sonhos viravam terra de ninguém. Adorava quando eles lutavam contra o sono. Para mim, Freddy é um dos maiores e mais temidos vilões do cinema. Estou feliz em vê-lo de volta. Espero que o novo filme faça jus ao precursor e seja realmente apavorante. Detesto a idéia do Krueger virar uma comédia depois de tanto tempo.
Lembra da musiquinha geralmente cantada pelos fantasmas das crianças assassinadas? Que meda!
“One, two, Freddy's coming you.
Three, four, better lock your door.
Five, six, grab your crucifix.
Seven, eight, gonna stay up late.
Nine, ten, never sleep again.”
Stand By Me
Linda, maravilhosa, fantástica versão de um grande sucesso do Lennon. O mais desconcertante neste vídeo é imaginar que aquele velhinho, morador do 2º banco da praça, pode ter um talento assim... e ninguém nunca vai saber. Bom final de semana.
Curso de Inglês: qual deles fala a sua língua?
Gente, que coisa mais difícil escolher um curso de inglês. Antes de decidir pelo IBEUV, roei pelo Wisdom e Wizard, liguei para o Yazigi e assisti aulas no Fisk, IBEUV e CCAA.
Não gostei nem um pouco do método do Wisdom, onde os alunos tem que estudar em casa e ir sabendo a lição para a aula. Desculpa, mas se eu já sei a matéria, qual o trabalho da professora? Correção de exercícios? Fiz essas perguntas para a secretária e acho que ela não gostou muito. Moça sensível.
Depois fui ao Fisk e achei legal. No dia marcado, cheguei toda contentinha para minha primeira aula. Só aí fui saber que nada do que me falaram estava valendo. Os dias tinham sido alterados, assim como os valores, os horários e a metodologia. Fiquei tão decepcionada que saí de lá direto para o CCAA.
No CCAA, conversei com a secretária e pedi para fazer a 1ª. aula grátis para conhecer melhor o curso. Foi bom. Só estranhei uma coisa: a aula é praticamente dada pelo DVD. Todas as lições são vistas na TV e a professora trabalha em cima disso. Acho que hoje em dia é muito mais fácil ensinar inglês do que antes. Mas tudo bem, poderia até ter feito a matrícula, caso eu não fosse a única aluna. É que para um curso vingar, são necessárias umas 5 pessoas. Quanta sorte.
A próxima parada foi no IBEUV, o curso que fiz no começo da adolescência, coisa de uns 9 anos atrás (cof cof). Passei novamente um óleo de peroba na cara e pedi para assistir a aula, “sem compromisso”. Me identifiquei muito. A teacher é ótima, gostei do jeito de ensinar e do pacote geral (mensalidade, dias e horários). Adorei ter o quadro ligado direto ao computador onde dá para arrastar palavras de um lado pro outro com um mouse disfarçado de caneta.
Apesar do IBEUV estar liderando a lista de preferências, voltei ao Fisk para saber mais sobre a tal turma especial. Foi especialmente decepcionante. As aulas acontecem 1 vez por semana, com 5 alunos aprendendo separadamente, mas na mesma sala, e a professora vai de cadeira em cadeira. Fiquei pensando sobre isso durante a aula. Imagina você tentando entender uma lição mais complicada com uma criatura falando outra língua, literalmente, ao seu lado?
O importante é que estou muito satisfeita com a escolha do IBEUV e raramente fico empreguiçada de ir às aulas. Isso é um ótimo, grandioso sinal de que esse negócio realmente está dando certo. Se bobear vou começar a escrever os posts em inglês. Daqui uns... 20 anos, talvez.
Comercial das Havaianas é retirado do ar
Ontem fiquei besta ao ver que tiraram da televisão a nova campanha das Havaianas, aquela que tinha uma avó conversando com a neta. Algumas pessoas reclamaram, certamente, da sacada bem humorada e ousada da moderna senhora sobre o Cauã.
Francamente, um país como o Brasil, onde cenas de sexo são freqüentes em novelas, onde os programas de auditórios adoram exibir mulheres frutas simulando o ato sexual em velocidade 500, onde o carnaval é um desfile de peitos e bundas, onde existe um programa chamado Amor & Sexo, onde os biquínis são mínimos e propagandas de camisinha são vistas aos 4 cantos (graças a Deus), onde a maioria perde a virgindade antes dos 15 anos, enfim, um país que é sensual e sexual por natureza, ainda assim tem gente que achou a propaganda demais. Como se estivesse influenciando alguma prática totalmente fora da realidade atual e do conhecimento comum. Até minha avó, que tem 81 anos e acha que as mulheres deveriam casar virgens, adorou o comercial. Ela é tradicional, mas não é alienada.
A resposta da Alpargatas e da Almap foi rápida e sensacional, com o estilo criativo que sempre marcou os VT’s das Havaianas.
Eu queria MUITO ter estado lá
“A banda americana Black Eyed Peas preparou uma surpresa à apresentadora Oprah Winfrey. O rapper Will.i.am criou uma coreografia para a música "I Got a Feeling” e o flash mob foi organizado pela produção do programa. 20 dançarinos profissionais ensaiaram 800 pessoas um dia antes da apresentação. No dia do show, esses 800 ensinaram as outras 20 mil pessoas a dançar.
Os “dançarinos” mostraram a coreografia em Chicago, que deixou Oprah em êxtase, já que ela não sabia de nada. A apresentação fez parte da festa que inaugurou a 24ª temporada de seu programa, no último dia 8 de setembro.
Mesmo que tenha enjoado de flash mobs, veja. Esse vale porque arrepia. E pela cara de passada da Oprah.Empolgada, Oprah fez declarações de amor à cidade. "Isso é muito cool, é a coisa mais cool de todos os tempos! Chicago, eu te amo!", disse a apresentadora.”
Patrick, do outro lado da vida.


.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)









