Mercenário


“A mãe do ex-marido de Amy Winehouse fez questão de que a mídia britânica publicasse uma carta da cantora para o presidiário em que ele é a inspiração para seu disco hit, “Back to Black”.

Na carta, a artista diz que seu CD é baseado nas “agonias” de seu relacionamento com Blake. Por este motivo, ele pode pedir milhões de dólares da fortuna dela, por ter sido parte da fase de criação do CD.

Ela também promete escrever várias letras sobre a temporada dele na prisão. Os advogados dele podem dizer que ele é um “fator instrumental” no sucesso dela. Os 2 estão em processo de divórcio atualmente. Ela tem uma fortuna de US$ 16 milhões e ele pode levar até ¼ deste valor.”
Fonte: A Tribuna, 27/01/09

Bem que a Amy podia entrar em contato com a Ana Maria Braga. Vai que a apresentadora toma as dores dela contra o ex-cafajeste, joga uma praga em rede nacional e a Amy tem a mesma sorte que a Suzana Vieira? Tem ex que não é ex. É castigo.

Projeto Bunda Dura


É tão difícil começar a malhar. Tirando os esportes que pratiquei na infância e adolescência como natação, vôlei, basquete e muita queimada na rua e na hora do recreio, eu nunca fui muito chegada a fazer exercícios. Mas agora, 35 anos, sedentária, preguiçosa, lei da gravidade entrando em vigor e alguns modelitos derrapando nos malditos pneuzinhos, não tem mais como fugir da academia. Nem fugir, nem trapacear, como eu fazia na escola nas aulas de educação física.

Professor: Quantas abdominais?
Eu: 100! – e continuava baixinho, com 1 palmo de língua pra fora depois das 5 voltas no campo de futebol e trocentos polichinelos, – 51, 52...
É isso! Agora descobri da onde vem a minha implicância com exercícios de repetição. O trauma é antigo. Sabia que esse blog uma hora ia prestar pra alguma coisa.

Continuando o assunto, eu só entrei umas 3 vezes em academias e nunca esquentei lugar por mais de 3 meses. Mas agora vai ser diferente e eu vou botar essa bundinha para o alto e avante.

O primeiro passo foi escolher a atividade. Natação? Melhor não! Se eu tô me achando fora de forma, como vou colocar um maiô perto das marombeiras de plantão? Só se nadasse com roupa de mergulho. Aeróbica? Minha coordenação motora é péssima e não preciso perder peso, graças a Deus. GAP? Essa é ótima, mas bem puxada para quem fica cansada só de subir as escadas da agência. Pensei também naquela lá da bike que simula subidas, descidas e, no meu caso, quedas também. Se eu fizer a metade do que os professores mandam, eu tombo pro lado.

Acabei decidindo pela musculação, que tenho um pouco mais de intimidade. Intimidade assim, coisa de preliminar ainda. Estamos nos conhecendo melhor e, como todo início de relacionamento forçado, tem seus altos e baixos. Mas desta vez eu não vou pedir pra sair.

Depois da decisão, o momento crítico foi colocar a roupitcha, aquela coisa apertada e gritante: “olha como preciso malhar”. Olhei, olhei, virei pra lá, virei pra cá e a vontade mesmo foi de vestir uma burca. Chegando no centro de tortura, expliquei ao instrutor que eu quero ter o corpo da Juliana Paes, com os retoques do photoshop, claro. Fiz a avaliação física e ele montou a minha série inicial. Foi um choque. Além da malhação super-ultra-mega-hiper intensa, ia precisar de milhões de suplementos porque tenho a estrutura fina. Desisti imediatamente de ser a sósia corporal da Juli e preferi ser eu mesm. Ao menos não tenho aquela quantidade de celulite que a Playboy escondeu (inveja é uma merda). Só fazer uma recauchutagem já está de bom tamanho. E mantendo o tamanho 40, por favor.

Saí do burocrático e fui para o trabalho braçal. O cara ficou com pena de mim e passou uma série bem café com leite, mais do que o normal. Comecei pela esteira, 15 minutos, que passaram rapidamente porque eu estava distraída, lendo uma revista. A revista escorreu, caiu, eu pisei em cima, me atrapalhei e só não despenquei feito uma jaca porque sempre ando segurando na barra. Ótima estréia.

Depois fui para os aparelhos e o instrutor do meu lado, contando junto comigo, e falando: “Vai, mas devagar! Vai que o carnaval tá chegando! Vou ali e volto, e não enrola que eu tô de olho em você!”. Carrasco. E eu fazendo uma força do cão, sentindo o músculo queimar, a lágrima escorrer do canto do olho e louca para pular a contagem.

Quando a série dos aparelhos acabou, fui para os alteres (viu, já sei o nome), que são piores. Porque, pelo menos, no aparelho dá pra se apoiar. Mas os exercícios nos alteres deixam os braços livres e você não tem como disfarçar os momentos de tremedeira quando levanta um peso que ainda está se acostumando. Humilhante. Mas o pior mesmo foi olhar para o lado e ver uma mimosa (vaca malhada) levantando uns alteres com o triplo do tamanho do meu rosinha peso agulha, sem mexer nem a sobrancelha. Ridícula.

A minha série é pequenina e logo eu acabei. Antes de partir, o instrutor perguntou onde eu pensava que estava indo, que ainda tinha os exercícios abdominais. O famigerado abdominal. Ao ver o cochãozinho jogado no chão, eu pensei em tudo, menos em me dobrar ao meio. Ele avisou de novo que “ia ali e já voltava” e eu parei o exercício antes de completar. Fiquei jogada no chão, acabada. Não sabia se doía mais a barriga, o pescoço, as costas, ou a consciência. Ele, me vendo inerte, me perguntou aos berros, de onde estava, se eu tinha certeza de que tinha acabado. Praguejando, eu continuei e terminei a porcaria da série. E tenho feito direitinho desde a semana passada. Se eu senti muita dor logo no começo? Só quando eu respirava. Nada que um dorflex não desse jeito. Mas eu não vou pedir pra sair. Sei que se eu não me cuidar é ladeira abaixo. É agora ou nunca. Me aguardem.

Ninguém explica! Ninguém explica!

Estava no ônibus com meu amigo Gui, em SP, quando passamos em frente a uma construção que me chamou a atenção:

- Nossa, Gui. Que prédio legal. É uma escola?
- É o Marista, um colégio bem tradicional.
- Ahhh, sim. Bonitão, heim? Eu estudei no Marista.
- E ficou assim?

Às vezes os amigos falam coisas que a gente não consegue entender...

Vontade própria

Não consigo controlar essa porcaria de formatação do blog. Olha a diferença dos 2 últimos textos abaixo deste. Às vezes o espaço de uma linha para a outra fica do jeito que eu quero, outras vezes fica colado, do jeito que a porcaria do blog quer. Help!

Onde preencho minha ficha?



Anúncio oferece R$ 40 mil para vaga de zelador de ilha paradisíaca
da BBC Brasil
O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca. O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina --o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.

A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$ 150 mil (R$ 235 mil) pelo semestre --o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais. Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.

O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro. "O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha. Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.

Marketing
De acordo com a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.

"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.

Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u488990.shtml

O Segredo

Se conselho fosse bom, a gente vendia. Assim surgiram os livros de auto-ajuda. Eu nunca gostei muito desse tipo de leitura, dessa fórmula de como dar certo, de ganhar dinheiro, blá-blá-blá. Confesso que já li alguns, mas levei fé em poucos. Esta semana comecei a ler "O Segredo" por indicação do meu chefe/amigo, Serginho. Estávamos indo para a festa de um cliente, quando ele e a esposa, Didi, começaram a contar como receberam o livro e fiquei passada com a história. Um conhecido da Didi falou do que se tratava e ela disse que ia comprar. Poucos dias depois, Serginho recebeu um embrulho do Correio e pasme, era o livro. O tal conhecido jurou de pé junto que não mandou, até porque ele não tem a menor idéia de onde eles moram. Eu fiquei meio desconfiada, mas não falei nada. Didi continuou a história:

- Aí, Anna, depois de ler, eu fiquei com vontade de ver o filme, que é uma espécie de documentário, mas não achava em locadoras.
- Até que um belo dia, nossa filha estava separando uns DVDs lá em casa, todos sem nome, e quando colocamos um deles para assistir... era "O Segredo"! – completou, Serginho.

Eu, que não acredito em coincidências, fiquei bem interessada e tratei de comprar o livro para dar à minha mãe de Natal.

"O Segredo" na verdade é um alerta de como os pensamentos positivos atraem boas energias, boas pessoas, bons relacionamentos, bons negócios, bons acontecimentos. Ele defende que no momento em que almejamos fervorosamente alguma coisa, o Universo conspira ao nosso favor. E fala mais, que além de querer, a gente tem que sentir como se o desejo já estivesse realizado, visualizar. É como se fosse uma lei da atração. Ou seja, somos praticamente ímãs ambulantes.

Eu ainda não li muito, mas foi o suficiente para me convencer de que tem muita verdade nisso. Comecei a relembrar um monte de episódios ocorridos comigo quando estava muito focada em determinado desejo e, do nada, ele aconteceu. Claro que eu não vou contar com o ovo no fiofó da galinha, mas achei essa linha de raciocínio muito interessante e não custa nada ficar atenta aos pensamentos negativos que tornam as coisas mais difíceis do que parecem. Tenho uma tia que vive se lamentando por doenças. Ela sempre tem uma gripe, uma dor, uma chatice.

Estar bem, feliz, às vezes, é uma questão de treino de começar a ver a vida com outros olhos, valorizar as pequenas conquistas. Acho que esse sim, é o verdadeiro segredo que o livro ensina.

***

Causos Recentes
Tenho vários causos, mas vou contar só o último que aconteceu comigo e o último que ouvi.

Nessa última viagem, eu não consegui comprar passagem sem escala pra SP. A conexão era em BH e estava chovendo horrores por lá. E o medo de não conseguir pousar ou decolar? Eu cheguei cedo para o check-in e fiquei de papo com algumas pessoas na fila. 3 passageiros voariam direto para a Terra da Garoa sem escalas. Na mesma hora pensei "bem podia acontecer alguma coisa, podiam me transferir de vôo, sei lá. E eu podia ir direto pra SP." Já na sala de embarque, distraída na minha leitura, vi um monte de gente reclamando e saindo. Quando percebi o que era, a viagem tinha sido cancelada e a fila para a recolocação estava imensa. Comecei a fazer pensamento firme. Uns 25 minutos depois:

Atendente: Minas?
Eu: Não, vou pra São Paulo e quero muito chegar hoje lá, me ajuda!
Atendente: Humm... deixa eu ver. Nossa, você foi a única que deu sorte, heim? Vou te colocar até na janela, a última. Vai chegar até mais cedo do que chegaria. Boa viagem.

Se eu tivesse lido “O Segredo” antes, seria mais específica. Focaria logo Congonhas, e com um gato do lado.

Causo de amigo
Numa viagenzinha romântica, esse meu amigo sugeriu à esposa que não voltassem para casa naquele dia. Que ficassem num hotel da região para transar muito e fazerem um novo neném. Ela riu e decidiram ficar. Ele não sabe se foi naquela noite, mas o fato é que, depois de 14 anos, ela está grávida novamente. E tomando remédio. Meda.

***

As histórias são muitas e variadas. Tenho um amigo que fica apavorado toda a vez que eu abro a boca. Aposto que você também tem uma pra contar. Agora eu quero ganhar na mega sena acumulada e casar com o Brad Pitt. Ou melhor. Só ganhar na mega sena. O Brad viria com muitos enteados.


Feliz Ano Novo!

Não vou me alongar porque estou na TPM e sempre fico muito emocionada com esse negócio de reveillon. É uma choradeira danada e lápis escorrendo do olho. :o)

Beat Goes On



Esse foi o momento em que consegui me esgueirar e chegar perto da passarela. Ver a Madonna chegando de “calhambeque” na minha frente não tem explicação. Aqui dá pra ver como realmente estava próxima. Mesmo segurando firme a câmera, dá pra ver a agitação dos fãs quando ela se aproxima. E se aproximou muito. Foi demais!

Into the Groove



Essa é das antigas e todo mundo cantou junto. Na minha opinião, o visual mais legal da noite. Adorei as cores vivas, alegres, as ilustrações, os movimentos, os figurinos, as coreografias e o “palquinho” que se deslocava para lá e para cá com a Madonna em cima, brilhando mais do que qualquer iluminação do palco. Diva!

Into The Groove 2

4 Minuts (Tic Tac)



Fiquei meio em dúvida se gravaria esse pedaço porque Madonna estava no palco e eu, na ponta da passarela. Mas ao ver a surpresa que ela tinha aprontado para inserir o Justin no show... foi irresistível. Ela é demais!

Madonna – God Save The Queen


Depois de tanta luta para comprar o ingresso VIP, a ficha realmente só caiu quando eu me vi paradinha na fila do Morumbi, sábado, ao lado do meu amigo Aguinaldo (Gui, para os íntimos) e atrás de centenas de pessoas que tinham chegado mais cedo. Depois de 15 longos anos e muitas turnês mundiais que não passaram por aqui, eu ia ver novamente a Madonna de perto! O estádio estava vazio, mas o palco, a passarela e as incontáveis parafernálias que ainda permaneciam apagadas e inertes já mostravam que aquele show ia ser apoteótico.

Gui já tinha ido ao show de 5ª feira e elegeu o lado esquerdo para ficarmos. Foi um ótimo lugar, muito, muito perto da passarela. Se a Madonna tropeçasse, despencava em cima da gente. Ao nosso redor, pessoas engraçadas, ansiosas e comunicativas. Depois de um tempo resolvemos sentar. Só levantamos às 20h, quando o mala do DJ tentou nos distrair antes da Diva dar o ar da graça. Não empolgou. Mas também, faça-me o favor. Fãs enlouquecidos esperavam por Ela e entra um DJ com cabelos lisos e franjinha de cortina. Ihhhhhhh... fooooooraaaaaa!!!... Nem os dançarinos conseguiram nos engambelar. Madonna! Madonna! Madonna! O Morumbi se agitava.

Lá pelas 21h começou a garoar, o que foi bom porque o calor estava ficando insuportável. Quando o atraso já chegava a quase 1:30, eu comecei a fazer umas imagens das arquibancadas lotadas. Queria registrar tudo. Quando concluí o giro de 360º, o palco começou a mostrar que estava vivo, e pulsava. Luzes, cores, movimentos inacreditáveis. A presença de Madonna, antes mesmo aparecer, já era eletrizante e emanava a energia da poderosa estrela que ela é.

Apesar de segurar a câmera firme e forte, eu parecia estar no meio de um terremoto, em alguns momentos. Terremoto, não, mas diante de um furacão que estava pra mostrar toda a sua força. Depois de alguns minutos de imagens psicodélicas e acordes de Candy Shop, a grande caixa luminosa se abriu e Madonna surgiu poderosa, majestosamente sentada em seu trono de rainha e exibindo uma inconfundível pose de puta. Maravilhosa! Delírio, gritos, pulos, lágrimas. O Morumbi cantou a música de abertura do início ao fim, parecia ensaiado. A Diva mostrava o seu poder.

Um espaço perto da passarela se abriu e eu, rata de shows que sou, me esquivei e consegui me aproximar ainda mais. 15 longos anos depois, Madonna se aproximava de mim em seu “calhambeque”. Ela desceu e dançou quase na minha frente. Vi seus olhos, sua boca, seu nariz, seus cabelos, tudo perto. Cara, era a Madonna! Tudo ao vivo, não em closes em revistas ou em vídeos no youtube. Era a Madonna, e estava ali! Foi enlouquecedor! Novo terremoto, eu me agarrei à câmera, mas consegui enquadrar por sorte porque não vi essa cena pelo visor da minha digital. A energia foi demais, transbordante. Chorei.

Muito simpática e sorridente, ela interagiu conosco. Conversou, brincou, instigou. Respodíamos com berros de YES, NO, e centenas de “I Love You!”. Tava na cara que ela estava se divertindo e se emocionando com a inflamada recepção brasileira. Prometeu que não vai demorar a voltar. Sei. Ouvi isso também no Maracanã há 15 anos. Espero que, desta vez, seja verdade.

E assim correu o show. Com alma, com o dedo certeiro de Madonna, com o coração dela. É totalmente coreografado, totalmente tecnológico, totalmente ousado, totalmente perfeito, e foi sem tombos. Só achei que o som deveria ser um pouco mais alto. Algumas vezes ela usava play-back. E daí? A Diva gasta energia dançando por 2 horas, sem muitas paradas, deixa a mulher tomar um pouco de fôlego, gente. Não dá pra esquecer que não é um show comum, do tipo que dá pra virar pro lado e conversar por 2 minutos com um amigo. Time is funny. Ela é a Rainha do Pop, da música dançante. O que faz de Madonna tão especial é ela ser infinitamente maior do que a música que canta, apesar de ter uma boa voz. Ela É o show. Essa é a diferença. Ela é a Madonna.

GAME OVER. 2 horas depois, Madonna sai do palco mandando beijos e berrando “Thank you, São Paulo!”. Além da emoção, tive a certeza de que valeu cada centavo, cada minuto, para ter passado aqueles momentos diante da Diva.

Vou dividir com você algumas fotos. Claro que poderia pegar várias melhores de algum site. Mas não teriam a minha visão do espetáculo. Também fiz alguns vídeos, mas ainda não sei quando conseguirei postar todos. Espero que goste dos que já estão abaixo.

Momentos inesquecíveis

































Abertura do show



Como já descrevi acima, foi muito difícil conseguir filmar alguma coisa no meio da confusão. Sei que existem vídeos melhores no youtube. Mas eu tenho esse para chamar de meu. ;o)

Vogue


Essa eu tinha visto há 15 anos, mas numa roupagem totalmente diferente. Mais uma prova de que esse foi um show totalmente diferente do outro. Aliás, como uma Camaleoa manteria algo parecido?

Vogue - continuação



A pessoa lerda aqui, em vez de esperar a música acabar, não. Acabei perdendo a volta dos dançarinos à passarela. Mas acho que dá pra perceber como o fechamento da música foi sensacional. E perto de mim! ;o)

Feliz Natal

Eu nunca sei direito o que dizer para desejar um Feliz Natal. Mas espero que sejam trocados mais do que presentes. Que sejam compartilhados amor, alegrias e esperanças. Espero que a mesa não seja farta apenas de comida, mas de boas risadas e momentos felizes ao lado de quem você ama. Feliz Natal! Que Deus abençoe a você e aos que lhe são caros.

Ps. Ainda não consegui organizar as fotos e vídeos do show da Madonna. Devo fazer isso até o final da semana. Mas já adianto que eu achei fantástico!

Paulista por 4 dias

Acho que farei apenas um programinha cultural desta vez. O resto do meu tempo será de esbórnia, compras e esbórnia. Deve ser reflexo do show da Madonna que verei no sábado. Vou ficar pertinho dela. Algum recado? :o)

Trabalhando nua

É assim que uma mulher se sente quando sai de casa sem brinco, colar, pulseira ou anel. Acho que é por isso que as peladas das revistas usam tantas bijous, para não ficarem tão em pêlo assim.

Desabafo contra as drogas



Agora há pouco fui atender a campainha e, antes mesmo de chegar à porta, senti o maior cheiro de maconha. Quando atendi, meu coração apertou. Era um carinha aqui da rua que vi crescer. Ele veio tentar me vender uma sombrinha velha para dar dinheiro ao pai. Uhum, sei. Botei ele pra correr. A mãe dele é uma pessoa muito simpática e não sabe mais o que fazer pra tirar o filho das drogas. Ele já foi internado algumas vezes, mas não conseguiu se recuperar. Ao mesmo tempo que fico com pena, eu morro de raiva pela burrice das pessoas que resolvem experimentar essas porcarias.

Eu devo a minha ojeriza às drogas graças a “Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída”. Esse filme barra-pesada, que vi aos 12 anos, me deu uma das maiores certezas que tenho na vida: de que nunca usarei drogas. NUNCA. Tirando aí alguns cafajestes que, às vezes, caio na besteira de experimentar. Quem viu o longa-metragem (e/ou leu o livro, que também é uma bela porrada e tem fotos reais) sabe do que estou falando. Foi muito assustador ver a transformação da adolescente em trapo humano. E isso ficou marcado na minha cabeça. Já tive muitas oportunidades de cheirar lança, fumar maconha e por aí vai. Não quis. Não tenho a menor curiosidade de saber como é. Além do medo, tenho um grande respeito pelos entorpecentes. Porque vamos combinar, né? A onda deve ser uma delícia, pelo menos nas primeiras vezes. Se fosse ruim, claro que ninguém voltaria a experimentar. É questão de lógica.

Drogas pesadas são um problema para quase 26 milhões de pessoas no mundo. As delicinhas matam 200.000 pessoas por ano, segundo a ONU. Agora eu pergunto. Quantas dessas pessoas achavam que o primeiro traguinho, que o primeiro pozinho, que a primeira balinha, que a primeira pedrinha iam torná-las estatísticas? Duvido que alguma. Aí alguém vai dizer: mas são as drogas pesadas! Para se ter uma overdose, ou chegar ao fundo do poço, tem que haver uma iniciação. Como ter a certeza absoluta de que o uso recreativo passará a ser diário, e depois incontrolável? Alguém acha que o Fábio Assunção e a Amy Winehouse sequer cogitaram passar o inferno que estão passando quando experimentaram pela primeira vez? Alguém acha que Elis Regina e a Cássia Eller imaginaram que acabariam mortas seguindo outra carreira? Essa certeza absoluta não existe. 200.000 pessoas pagaram para ver. Uma lástima.

Outra coisa que me mantém afastada é o profundo ódio que nutro pelos traficantes. Não vou dar meu suado dinheirinho pra bandido. Sim, porque são principalmente os usuários que abastecem esses filhos da puta de dinheiro e ainda têm a cara de pau de participar de passeatas a favor da paz e reclamar da crescente onda de violência que mata milhões de pessoas pelo mundo. Hipócritas. É com a venda de um baseadinho aqui, um docinho ali, uma pedrinha acolá, que assassinos como Abadia, Fernandinho Beira-Mar e Marcola estão poderosos. Quantas armas quem usa drogas ajuda a comprar? Quantos cartéis quem usa drogas ajuda a manter? Quantas mortes quem usa drogas tem nas costas? E isso não se aplica apenas aos viciados. Isso vale também para os turistas. É a velha história do “de grão em grão”.

Aí alguém vai falar: mas se liberar, os traficantes não terão mais tanto poder; como se esses marginais não ganhassem grana comercializando também armas e outras coisas. Já ouvi muito que, se fosse liberado, o baseado perderia o encanto que exerce em alguns desajustados. Aquela típica turminha que deseja se auto-afirmar fazendo merda e acha que está abafando. Não acho, ou a venda de cigarros e bebidas alcoólicas seria cada vez menor, uma vez que são compradas com toda a facilidade por quem tem menos de 18 anos. Outro papo furado, usado principalmente pelos maconheiros, é que a erva faz menos mal do que o cigarro ou o álcool, como se alguém achasse que esses dois últimos são inofensivos, apesar de liberados. Só, que apesar de leve, a maconha funciona como o 1º degrau para as drogas mais pesadas. E não acho que o Estado deva incentivar essa subida.

Mas o argumento que mais me tira do sério é que liberando, o país recolherá mais impostos. E o Brasil vai arcar com um aumento de clínicas decentes para dependentes, caso eles resolvam parar com o uso, quando não consegue ajudar na recuperação nem dos alcoólatras? Vai ceder drogas de boa qualidade para que ninguém consuma porcaria e detone ainda mais a saúde, quando não controla nem a qualidade do ensino? Vai disponibilizar pequenas quantidades para que os viciados não precisem traficar, roubar, matar, se prostituir ou virar mendigo, quando muitos ainda morrem de fome? Vai manter centros de consumo com psicólogos para que os viciados tenham lugar seguro e, de quebra, ainda sejam trabalhados para descobrir que se drogar não é legal? E se não é legal, porque foi liberada? Porque não basta apenas liberar. Tem que haver uma responsabilidade nesse ato, mesmo que seja apenas a maconha que, como já disse antes, é o tapete de boas-vindas.

Já estava para escrever este post há um tempão, mas fui deixando passar. Muitas pessoas vão me achar muito radical e exagerada, mas em alguns assuntos sou assim mesmo, 8 ou 80. E depois do moleque, que eu vi crescer, ter aparecido na minha porta querendo me vender uma porcaria de sombrinha velha, fiquei louca da vida. A propósito, parece que Christiane F. teve uma recaída depois dos 40 e perdeu a guarda do filho.

Ingressos para o show da Madonna

Não sou cambista, apenas uma fã ansiosa que comprou ingresso para garantir logo a arquibancada porque demorou a conseguir comprar o VIP. Como íamos em 3 amigos, temos 3 arquibancadas laterais pra vender. Foi de lá que vi o show do U2 e é um ótimo lugar.

Reparou que eu disse “íamos”? É porque um dos amigos não vai mais. Está em Portugal e, infelizmente, não chegará a tempo para o show. Quem se interessar, por favor, mande um e-mail pra mim (annokas73@gmail.com). Os ingressos estão em SP.

Show em SP (estamos vendendo pelo preço honesto, ou seja, pelo preço que compramos).

Dia 18 – quinta-feira
3 Arquibancadas Laterais: R$ 200, (cada)

Dia 20 – sábado
1 VIP: R$ 728, (VENDIDO)
Ps. Para acompanhar a saga e não achar que eu estou sendo desonesta, pode ler isso: http://dezdedinhos.blogspot.com/2008/09/madonna-mia-eu-sou-vip.html

DEPOIS DO THE END - Uma Linda Mulher

Vivian não conseguia acreditar na quantidade de elogios que chegava por e-mail. No começo, achava que escrever uma coluna dando dicas de sexo era maluquice. Mas a falta do que fazer e, principalmente, a ausência do Edico, apelido carinhoso que deu a Edward, tinham falado mais alto. Assim nasceu a "Dou-lhe Uma". O nome tinha sido idéia da Mia, a única pessoa da alta roda que sabia do passado de Vivian.
- Mas Mia, esse nome é ridículo!
- Que nada. "Dou-lhe Uma" não é um título. É uma promessa! E tem duplo sentindo. Pensando bem, têm vários como...
- Eu entendi, Mia. Não precisa desenhar.
- Tenho pensado nessa coluna desde o dia em que você falou pra eu me pendurar no ventilador. Levei Frederico a loucura.
- E ao hospital também, né, Mia?
- O ventilador não tava bem colocado.
- Sei.
- E eu tava mais gordinha.
- Sei.
- Eu acho que você pode começar ensinando a técnica do ventilador. É só colocar um asterisco com aquela defesa em letras minusclinhas para evitar problemas futuros.
- Vou acabar sendo processada pelo Procon.
E lá se vão alguns anos de sucesso, pensou Vivian. Pena que não consiga testar 1/3 do que escreve com Edico, que vive cansado e de mau humor.
- Oi – disse Edico, seco, desviando o pensamento de Vivian.
- Por que demorou tanto?
- Estava trabalhando. Trabalhando de verdade, sabe?
- O que quer dizer com isso, Edico?
Edico jogou o jornal na mesa e Vivian viu sua coluna. Ele tinha feito um bigodinho e colocado óculos na foto dela.
- Edico, o que houve? Tá bebendo água do vaso?
- Sabe qual foi o grande assunto do escritório hoje? – perguntou, acrescentando uns chifrinhos à foto.
Vivian olhou de rabo de olho para o "Dou-lhe Uma", apertou os olhos, mas não conseguiu ver o tema. Começou a ficar preocupada.
- Eu pensei que você não lesse o que escrevo.
- E adianta? Pelas piadinhas sempre deduzo qual é a bola da vez. O manobrista me olha com cumplicidade, como se soubesse de todas as nossas intimidades. Pior, das SUAS intimidades.
- Edico, você está exagerando.
- O que significa ficar com olhinhos feito asas de borboleta? Heim?
- Edico...
- É o que está escrito aqui. A técnica do rompimento do casulo, vai deixá-lo com os olhinhos feito asas de borboleta.
- Edico...
- Isso foi a primeira coisa que ouvi hoje do Marcão. Ele sorriu e ficou piscando várias vezes pra mim.
- Marcão? Aquele advogado vesgo?
- É. Pensei que ele estivesse tento um ataque ou sei lá o que. Mas aí, ele me deu um tapinha nas costas e perguntou se era mais ou menos assim que eu ficava.
- Edico...
- Que diabo de técnica é essa, Vivian? Isso é coisa nova. E não foi comigo que você aprendeu. Você tem outro!
- Tá louco Edico?! Eu amo você.
- Que ama, que nada. Quero saber de onde vem tanta inovação. Tanta bateção de asa.
- Você quer saber a verdade? Eu tô sim, aprendendo com outra pessoa. Mas é tudo culpa sua!
Edico ficou estático com a confissão. O que tinha saído errado, ele pensava. Um filminho passou pela cabeça. Vivian, nua, deitada na cama com outro, tentando anotar todos os movimentos, como na dança de salão. Vivian pedindo ajuda pra escolher aqueles nomes. E nome é uma coisa importante. Exige confiança. Ela não o deixou escolher nem mesmo o nome do peixinho dourado.
- Você está me escutando, Edico?
Edico perdeu o começo da conversa, mas disse que sim. Que ouvia cada palavra.
- Mas para continuar escrevendo bem, eu precisava de você. Para testarmos coisas novas. E você nunca estava a fim. Eu comecei a perder a criatividade e minha editora do jornal me chamou a atenção. Só me restou voltar às ruas. Edico sentou, pálido. Tentou se recordar de alguma peruca curta loura ou bota longa preta no closet. Só lembrou do chicotinho, mas aquilo tinha sido sugestão dele.
- A Kit me ajudou. Ela sabe de coisas inimagináveis. Só pra você ter noção, nunca tive coragem de falar sobre a técnica da taruíra espevitada.
- Kit? Aquela amiga baixinha que você dividia o apartamento?
- Sim, Kit. Agora ela é cafetina.
- Você tem uma cafetina, Vivian?!
- Não, Edico. Nós somos amigas.
- Amigas? Ahh... agora entendi tudo. Você virou sapatão.
- Tá difícil conversar com você.
- Difícil é ouvir isso e ficar com cara de festinha de aniversário. Ou com olhinhos feito asas de borboleta.
- Edico, presta atenção. A Kit me conta as novas tendências, entende? Todas as novidades, as curiosidades, as perplexidades. Eu nunca te traí, homem.
Edico relaxou um pouco.
- Você jura?
- Claro.
- Não fez workshop?
- Pense que tive informações adquiridas em palestras.
- Nada de prática?
- Só teoria.
Ela sorriu. Ele suspirou aliviado e confessou que tinha perdido a vontade de ir pra cama porque imaginou que ela andava fazendo pesquisas de campo. Em seguida, pegou Vivian no colo e foram para a sala do piano, que andava muda há muito tempo. Mas naquela noite, os vizinhos tiveram que chamar o disk-silêncio. Não agüentavam mais ouvir tanto Tico-Tico no Fubá.

Visões diferentes

Recebi uma notícia bem legal há umas semanas. Um outdoor feito pela nossa equipe de criação estava concorrendo entre as 3 melhores peças nacionais na Categoria Especial e ao Grande Prêmio da Central de Outdoor. Há anos não participávamos de um concurso. A parte chata é que ficamos com o bronze. No dia da premiação, em SP, eu fiquei em cólicas querendo saber do resultado e recebi torpedos dos meninos que foram à festa.

Chefe 1
Bronze. Depois dou mais detalhes. A gente poderia ter conseguido, todo mundo achou isso. Que o nosso era o melhor.

Chefe 2
Ganhamos o bronze frente a 1800 agências!!! Uhuuuuu!!!

Um pirulito para quem adivinhar quem é o Diretor de Atendimento e quem é o Diretor de Criação.

Hoje é o Dia Internacional da Luta Contra a AIDS

Uma época atrás, conversando com uma conhecida que é ginecologista, ela contou que uma patricinha de 18 anos, moradora de um bairro classe AAA de Vitória, foi fazer uns exames mais detalhados porque tinha transado pela 1ª vez com o namorado. Ele, igualmente classe AAA e quase da mesma idade, não levou o “capote” e ela, com vergonha de pedir, deixou pra lá. A médica, conhecida da família, não sabe porquê cargas d’água resolveu pedir também o HIV. Resultado do exame: positivo.

Mesmo que seu parceiro tenha transado com apenas 2 ou 3 pessoas diferentes, essas 2 ou 3 pessoas podem ter ido pra cama com mais umas 2 ou 3 outras pessoas... e por aí vai. No final das contas, o resultado pode ser negativo pra você. Ou pior, positivo. Camisinha não é tão ruim assim, gente. É só usar com KY. Fica aqui a dica.


Ps. Se a pessoa nem sugere usar com você pela 1ª vez é porque não deve usar com ninguém. Ou você acha que são os seus belos olhos? Pense nisso.

“Eu vi a cara da morte, E ela estava viva”

Lembro como se fosse hoje. Anos 80. Doença misteriosa que atacava principalmente os gays, prostitutas, hemofílicos e usuários de heroína. Muitos ídolos, meus ídolos, atores, cantores, intelectuais e tantos outros definhavam a olhos vistos. Alguns negavam. Outros fizeram questão de aparecer e dizer que tinham contraído o maldito HIV. Queriam alertar sobre o surgimento do mal que nascia num dos momentos de maior prazer do ser humano: o sexo. Foi um corre-corre. Nessa mesma época, eu soube que camisinha não era apenas uma blusa pequena, mas um escudo contra a ameaça que não tem cura. Infelizmente a geração mais jovem prefere ignorá-la. Talvez por não terem acompanhado o surgimento da doença e sua verdadeira face, a grande maioria prefere contar com a sorte. Os coquetéis mudaram a cara da AIDS. Mas ela ainda existe. E não é bonita.

6º sentido

Eu sempre paro o carro no mesmo lugar quando vou pra agência. Displicentemente longe da calçada – os meninos falam que meu corsinha ano 20 é uma guarita – e sob uma frondosa árvore. Mas nessa 2ª feira, quando ia estacionar, aquela árvore que sempre protegeu meu carro do sol me pareceu ameaçadora. Na mesma hora pensei “já tá chovendo há tanto tempo... vai que acontece alguma coisa e esse troço cai?”. Dei ré e parei mais distante. Fiz isso também na terça e quarta. Ainda bem, porque ontem na hora em que estava indo embora, vi um objeto não identificado entre as rodas dianteiras. Era um pedaço considerável de galho que tinha se soltado e, pela posição, deve ter passado a um centímetro do capô. E não é exagero, já que o galho se partiu em 2 e um dos pedaços estava embaixo da placa, exatamente. Isso foi um puxão de orelha para confiar sempre na minha intuição, que é fortíssima, mas às vezes ignorada. Eu acredito que quanto mais as pessoas ficam abertas a ela, mais ela se desenvolve. Obrigada, Meu Deus.

Na Natureza Selvagem



Temos um objetivo e fechamos os olhos para todos os sinais que aparecem pelo caminho. Deixamos a determinação se transformar em obsessão. Ninguém, nem nada, possui tanto valor quanto concluir a jornada que traçamos. Não percebemos que alguns objetivos servem apenas para nos colocar em estradas que vão desembocar em outros nortes. Lugares onde devemos chegar, onde somos esperados. Mas nem sempre a arrogância em terminar o que começamos nos deixa enxergar os atalhos, curvas e retornos que imploram a serem seguidos. Quantas vezes o fim chega com o final feliz que procuramos?

Na Natureza Selvagem é baseado numa conhecida e emocionante história real. Brilhantemente dirigido pelo Sean Pen e estrelado por Emile Hirsch. Imperdível.

Quer saber de uma coisa?

Tem gente que ama fazer brincadeirinhas sem graça. Uma tiradinha aqui, outra tiradinha ali, só pra encher o saco. Não curto essas provocaçõezinhas porque não faço com ninguém. Algumas pessoas revertem a situação e deixam o engraçadinho em maus lençóis. Eu não consigo. Quando me sinto desrespeitada por piadinhas, minha vista escurece e quase sempre meu raciocínio é cortado. Não quero reverter a situação. Só quero mandar a pessoa tomar no cu. E mando. Bem fina.